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Discurso & Sociedad

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La Revista Discurso & Sociedad informa de la apertura de la recepción de artículos para el Dossier “Impactos de la crisis mundial del COVID – 19 en las relaciones de género, raza, etnia, sexualidad y otros ejes identitarios de las diferencias en los más distintos contextos y prácticas socioculturales y políticos.” con publicación prevista para el primer semestre de 2021.
El plazo para sumisión de artículos termina en septiembre de 2020.
El objetivo del dossier es fomentar el debate calificado sobre los impactos de la crisis de la pandemia COVID – 19 en las personas en situación de vulnerabilidad social, cultural y política, o sea, comprender como negros(as), mujeres, LGBTQ, personas con discapacidad, ancianos,
personas en situación de calle, indígenas, comunidades periféricas, quilombolas, población carcelaria, refugiados, entre tantos otros ejes identitarios, se encuentran afectados no solo por el propio contexto de la pandemia, sino también como los discursos producidos por la OMS, por el
FMI, por el Estado y por las instituciones políticas, jurídicas y sociales representan e identifican esos cuerpos-sujetos. ¿Cómo pensar, por lo tanto, las cuestiones de vulnerabilidades, privilegios, responsabilidad social, precariedad de las vidas en este contexto? ¿Cómo pensar la agenda política
de las relaciones de género desde una perspectiva interseccional: trabajo remoto, trabajo doméstico, la violencia doméstica en este contexto? Para Paul. B. Preciado ([2011]2019, p.429), somos “una multitud de diferencias, una transversalidad de relaciones de poder, una diversidad de potencias de vida”; flujos diferentes (raza, etnia, sexualidades, clases sociales, geopolítica,
talla-grasa, género, capital intelectual, discapacidad) que constituyen avenidas identitarias (AKOTIRENE, 2019; CRENSHAW, 2020), que, en ciertas vías, pueden constituirse como de opresión o de privilegio.
Con el dossier se busca unir abordajes a esas cuestiones bajo diferentes ángulos de los abordajes discursivos con el fin de ofrecer amplia gama de perspectivas globales y locales sobre la temática central. Los abordajes potenciales incluyen (pero no están limitados a): teoría de la evaluación,
estudios de género y feministas, estudios del discurso, comunicación intercultural, estudios de la multimodalidad. Serán admitidos artículos que establezcan transversalidad con el área del conocimiento del periódico, como, por ejemplo: Ciencias Políticas, Sociología, Historia, Derecho,
Antropología, Filosofía, Relaciones Internacionales.


Referencias
PRECIADO, P.B. Multidões queer: notas para uma política dos “anormais”. IN:
AKOTIRENE, C. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
CRENSHAW, K. Mapeando as margens: interseccionalidade, políticas de identidade e violência contra mulheres não-brancas. Tradução de Carol Correia. Disponível em:
https://www.geledes.org.br/mapeando-as-margens… Acesso em: 21 ago. 2018.
HOLLANDA, H.B (Org.) Pensamento feminista: conceitos fundamentais/Audre Lorde…[et.al].
Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2019. P.421-429.

português

A Revista Discurso & Sociedad informa abertura de artigos para o Dossiê “Impactos da crise mundial do COVID-19 nas relações de gênero, raça, etnia, sexualidades e outros eixos identitários das diferenças nos mais variados contextos e práticas socioculturais e políticos.”, com publicação prevista para o primeiro semestre de 2021. O prazo para submissão de artigos se encerra em 31 de setembro de 2020 e deve ser enviado ao coordenador do dossiê, Maria Carmen Aires Gomes (mcgomes@ufv.br).
O objetivo do dossiê é fomentar o debate qualificado sobre os impactos da crise da pandemia COVID-19 nas pessoas em situação de vulnerabilidade social, cultural e política, ou seja, compreender como negros(as), mulheres, LGBTQ, pessoas deficientes, idosos, pessoas em situação de rua, indígenas, comunidades periféricas, quilombolas, população carcerária, refugiados, entre tantos outros eixos identitários, estão sendo afetados não só pelo contexto em si da pandemia, mas também como os discursos produzidos pela OMS, pelo FMI, pelo Estado e pelas instituições políticas, jurídicas e sociais representam e identificam esses corpos-sujeitos.
Como pensar, portanto, as questões de vulnerabilidades, privilégios, responsabilidade social, precariedade das vidas neste contexto? Como pensar na agenda política das relações de gênero numa perspectiva interseccional: trabalho remoto, trabalho doméstico, a violência doméstica
neste contexto? Para Paul. B. Preciado ([2011]2019, p.429), somos uma “uma multidão de diferenças, uma transversalidade de relações de poder, uma diversidade de potências de vida.”;
fluxos diferentes (raça, etnia, sexualidades, classe social, geopolítica, tamanho-gordura, gênero, capital intelectual, deficiência) que constituem avenidas identitárias (AKOTIRENE, 2019; CRENSHAW, 2020), que, em certas vias, podem se constituir como de opressão ou de privilégio.
O dossiê visa unir abordagens a essas questões sob diferentes ângulos das abordagens discursivas a fim de oferecer uma ampla gama de perspectivas globais e locais sobre o tema central. As abordagens potenciais incluem (mas não estão limitadas a): teoria da avaliação, estudos de gênero
e feministas, estudos do discurso, comunicação intercultural, estudos da multimodalidade. Serão aceitos artigos que estabeleçam transversalidade com a área de conhecimento do periódico, como por exemplo: Ciências Políticas, Sociologia, História, Direito, Antropologia, Filosofia, Relações
internacionais.


Referências
PRECIADO, P.B. Multidões queer: notas para uma política dos “anormais”. IN:
AKOTIRENE, C. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
CRENSHAW, K. Mapeando as margens: interseccionalidade, políticas de identidade e violência contra mulheres não-brancas. Tradução de Carol Correia. Disponível em:
https://www.geledes.org.br/mapeando-as-margens… Acesso em: 21 ago. 2018.
HOLLANDA, H.B (Org.) Pensamento feminista: conceitos fundamentais/Audre Lorde…[et.al]. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2019. P.421-429.

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